Zachary G. – A Melhor Coisa que Fiz Depois de Adulto

porRorion Gracie arquivado em Success Stories
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Queria escrever-lhes para contar da minha experiência com a Dieta Gracie, até agora.  Acho que foi a melhor coisa que comecei a fazer na minha vida adulta.  Desde que saí de casa, aos dezoito anos, e não tive mais a comida maravilhosa da minha mãe, minha dieta vinha sendo o menos saudável possível.  Como a maioria dos jovens na faculdade, a base da minha alimentação era miojo, macarrão e pizza.  Isso certamente não era nada bom, e eu sabia muito bem.  À medida em que fui amadurecendo, melhorei um pouco nas minhas escolhas, tentando comer melhor. Mas ainda enfrentava sérios problemas.  Eu tinha uma horrível tendência a comer porcarias o dia inteiro e raramente me dava ao trabalho de preparar uma refeição decente, primeiro porque nunca estava com fome, segundo, porque tomava muito tempo.  O resultado é que eu nunca me sentia funcionando no nível em que deveria.

Quando li pela primeira vez sobre a Dieta Gracie, fiquei muito intrigado.  Não era necessário contar calorias, carboidratos, nenhuma dessas baboseiras.  Tudo o que se precisava fazer era combinar os alimentos corretamente.  E isso não podia ser muito complicado.  Foi então que me deparei com a regra final:  tinha que esperar quatro horas, ou quatro horas e meia, até a próxima refeição!  Como já disse antes, sempre gostei de beliscar.  Eu nunca me sentia realmente cheio, mas apenas enjoado do que estava comendo.  Por isso, mesmo que não quisesse mais comer daquele determinado alimento, eu sempre podia pegar qualquer outra coisa e continuar enchendo a pança.  Pelo menos, fui abençoado com um biotipo longilíneo e nunca fiquei realmente acima do peso, mas sabia que não estava mais no melhor da forma física.  Nessa época, eu sofria constantemente de má digestão.  Sempre me sentia cheio de gases após as refeições.  E às vezes me sentia tão mal que pensei até em consultar um médico, mas sempre fui muito tímido pra lidar com esse tipo de assunto.  No final das contas, talvez tenha sido essa a minha sorte, porque ele provavelmente iria prescrever algum remédio e eu ia passar o resto da minha vida enriquecendo as companhias farmacêuticas, só para mascarar um problema.  Eu também corria para o banheiro várias vezes ao dia, especialmente depois de uma refeição mais farta.  Assim, apesar de estar acostumado a beliscar o dia inteiro, decidi seguir o conselho de uma família de indivíduos saudáveis e em boa forma, para ver se aquilo ia funcionar no meu caso.  Eu tinha tudo a ganhar se funcionasse e, caso contrário, eu sempre ia poder voltar para os velhos hábitos e restaurantes favoritos.

No início, comecei simplesmente a fazer os intervalos entre as refeições, sem mudar os alimentos.  E vi que poderia começar a me preocupar com as combinações mais tarde, só queria saber se podia aguentar quatro horas e meia sem desmaiar.  Acontece que eu podia e isso fez com que eu me sentisse ótimo.  Agora, ao invés de simplesmente comer qualquer coisa que eu quisesse, a qualquer hora, sabendo que se eu não ficasse satisfeito podia comer qualquer outra coisa logo depois, eu me dei conta de que estava planejando o que iria comer.  As refeições se tornaram preciosas pra mim, pois eu sabia que só ia poder comer três ou quatro vezes por dia, no máximo.  E saber que não poderia comer antes de quatro horas e meia era motivação suficiente para fazer com que cada refeição realmente contasse.  A idéia de comer um saco de Cheetos ao invés de um prato com massa, carne e legumes era simplesmente absurda.      Mas eu também havia assimilado a ideia de que aquelas refeições não eram apenas oportunidades mais espaçadas de me empanturrar.  Fazia muito sentido não comer até o ponto de me sentir desconfortável a cada refeição, só porque não poderia beliscar logo depois.  Em poucos dias me livrei dos gases.  Comecei a ir ao banheiro só uma vez por dia, geralmente por volta da mesma hora.  Isso não quer dizer que eu não ficasse com fome.  Com certeza fiquei, mas em poucos dias entendi que beber um copo de água quando a fome batia era suficiente para segurar aquela hora que faltava para a próxima refeição.  De repente, eu estava perdendo o excesso de peso que vinha acumulando, e com certeza tinha mais energia.  Hoje isso é tão óbvio pra mim, que custo a acreditar que há dois meses atrás eu não fazia a menor idéia de quanto a digestão pode ser exaustiva.  E enquanto eu estava comendo o tempo todo e sempre tentando digerir algo novo, toda a minha energia era desperdiçada tentando processar o que eu comia.  A mais bizzara das equações.

Assim, depois de passar pelas festa de final de ano com o meu programa de espaço entre as refeições intacto, decidi que já era tempo de começar a seguir as combinações.  Talvez essa tenha sido a parte mais divertida para mim.  Nunca teria acreditado que um homem do meu tamanho pudesse ficar satisfeito com fruta e agora é provável que cinco a dez das minhas refeições durante a semana sejam apenas suco de fruta.  Por falar nisso, acho que não seria tão fácil seguir a dieta sem uma centrífuga.  Mas tive sorte e consegui uma numa promoção por cem dólares:  o investimento inicial não foi tão assustador.

De vez em quando, ainda saio pra comer, e depois do período inicial de adaptação, alterando todos os meus pedidos nos restaurantes da cidade, descobri que ainda posso sair pra jantar com outras pessoas sem me tornar o complicado da mesa, vejo que nem ao menos sinto falta das coisas que um dia achei que não ia poder viver sem.  Para os que não acreditam, uma vitamina feita com seis bananas e o suco de seis maçãs é na realidade tudo o que se precisa num dia, em matéria de doce, não como sobremesa há mais de dois meses e essa foi uma das coisas mais fáceis de abdicar.

Há mais ou menos um mês estou seguindo a dieta à risca, e não me lembro de me encontrar tão feliz e cheio de energia depois de adulto.  Dois amigos meus já estão na dieta e estão sempre falando de como se sentem bem, falam quase tanto quanto eu.  Isso não quer dizer que eu seja perfeito.  Até tomei umas cervejas com um amigo no dia do seu aniversário, mas foi só essa vez, desde o início de dezembro, e me orgulho muito disso.  Obviamente, ainda preciso de autocontrole, a dieta não faz com que eu nunca tenha vontade de comer tranqueiras, e com certeza de vez em quando bem que eu gostaria de umas frituras apimentadas.  Mas o bem estar de que venho desfrutando nesse último mês vale muito mais do que qualquer satisfação temporária de comer o que não me faz bem.  Resumindo, eu gostaria de agradecer por terem compartilhado comigo esse conhecimento, e mais do que isso, pelo interesse na saúde do próximo e por estarem sempre prontos a responder nossas perguntas e tirar nossas dúvidas.  Sinto-me extremamente grato.

Zachary G.

image description O QUE É A DIETA GRACIE ?

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A "Dieta Gracie" é um sistema alimentar desenvolvido durante 65 anos de pesquisa e experimentação pelo Grande Mestre Carlos Gracie. Baseada no bom senso e na combinação adequada dos alimentos, ela é o segredo do sucesso da maior família de atletas do mundo.

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